Obrigado por me rejeitar


Toda vez em que eu passava
Por aquela rua esburacada
Eu via um jovem
Que gritava, e ameaçava e se torturava

Ele nunca atingiu ninguém
Feria a si mesmo como
Tentativa falha de curar
Um mal que ele sabia que
Não havia como curar

Em um dia qualquer
A moça que tentava ser sua amiga
Com um sorriso falho em seu rosto
Deu dois tiros no jovem

Ele caiu desajeitado
Em um dos buracos do aslfato
Agora ele também tinha buracos
E entendia porque o lugar era assim

Ele não morreu
Apenas ficou triste
Era a loucura que tentava matá-lo

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Publicado em 13/04/2011, em Poemas e marcado como , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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