O fim de um homem sozinho

O fim chegou de viagem
Antes do esperado
Os planos, revoltas e sucesso
Não tiveram seu tempo de brilhar
O tempo me pegou de surpresa
Sem nem mesmo se lamentar

As ondas não mais quebram
Nas praias da ironia
Naquele dia o mar morto renasceu
E levou todos aqueles
Que mentiam a si mesmos
Acreditando no vermelho do luar

Eu nunca imlorei pelo impossível
Eu sempre procurei o prazer
Nos lugares mais remotos
Sozinho, o paraíso parecia melhor

Alguns se perguntam
Quem era o cara que ria sozinho
Não vão mais perguntar
Eu deixei de existir em uma
Manhã embriagada de domingo
O Sol não não pareceu se importar

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Publicado em 12/11/2010, em Poemas e marcado como , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 4 Comentários.

  1. vou postar no meu perfil por 1 tempo tá? =D

  2. Mano, adoro seus poemas…Continue assim… ;D

  3. cara, seus poemas são lindos, OTIMOS! não pare de postar, acredito que um dia poderei ler um livro seu

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